Seção Sindical marca presença no 1º de Maio, que teve como pauta central o fim da escala 6×1

Diversas atividades marcaram o Dia das Trabalhadoras e dos Trabalhadores na última sexta-feira, dia 1º de Maio, em todo o país. Neste ano, a principal pauta dos atos foi o fim da escala 6×1. Além desse tema central, as centrais sindicais e movimentos sociais levaram às ruas outras reivindicações de grande interesse da população.

Em Campinas, a mobilização destacou reivindicações como:

  1. Fim da escala 6×1, com mais tempo de descanso e convivência familiar.
  2. Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, com defesa da jornada de 40 horas semanais.
  3. Garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.
  4. Mais empregos com direitos, combatendo a precarização do trabalho.
  5. Valorização do trabalho e dos salários, para assegurar condições dignas de vida.
  6. Defesa dos direitos trabalhistas e sociais, contra retrocessos nas relações de trabalho.
  7. Fortalecimento da democracia, com participação popular e respeito às organizações sociais e sindicais.
  8. Defesa da soberania nacional, com políticas públicas voltadas aos interesses da população brasileira.
  9. Vida digna para a classe trabalhadora, com acesso a trabalho, renda, saúde, moradia, educação e segurança.
  10. Fim do feminicídio e enfrentamento à violência contra as mulheres.

A Seção Sindical Campinas e Jaguariúna do SINPAF marcou presença no ato, que teve início com uma concentração no Largo do Pará, na manhã do dia 1º. Na avaliação da Diretoria, a mobilização foi significativa, com destaque para a maior participação de jovens na manifestação – um sinal positivo de renovação e fortalecimento da luta por direitos.

A pressão popular pelo fim da escala 6×1 vem crescendo em todo o país. Uma das iniciativas mais emblemáticas é o Movimento Vida Além do Trabalho (acompanhe aqui). Nesse contexto, o Governo Federal lançou, neste fim de semana, a campanha com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito”.

O Projeto de Lei do Governo Federal foi encaminhado ao Congresso Nacional no dia 14 de abril. “A proposta, que tramita com urgência constitucional, reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial”, conforme notícia da Agência Brasil (leia mais).

Participação ativa, unidade e luta coletiva
O cenário reforça a importância da organização sindical e da mobilização permanente das trabalhadoras e dos trabalhadores, independentemente da realidade de cada categoria. Trata-se de enfrentar problemas estruturais que exigem participação ativa, unidade e luta coletiva.

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