

Seção Sindical marca presença no 1º de Maio, que teve como pauta central o fim da escala 6×1

Diversas atividades marcaram o Dia das Trabalhadoras e dos Trabalhadores na última sexta-feira, dia 1º de Maio, em todo o país. Neste ano, a principal pauta dos atos foi o fim da escala 6×1. Além desse tema central, as centrais sindicais e movimentos sociais levaram às ruas outras reivindicações de grande interesse da população.
Em Campinas, a mobilização destacou reivindicações como:
- Fim da escala 6×1, com mais tempo de descanso e convivência familiar.
- Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, com defesa da jornada de 40 horas semanais.
- Garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.
- Mais empregos com direitos, combatendo a precarização do trabalho.
- Valorização do trabalho e dos salários, para assegurar condições dignas de vida.
- Defesa dos direitos trabalhistas e sociais, contra retrocessos nas relações de trabalho.
- Fortalecimento da democracia, com participação popular e respeito às organizações sociais e sindicais.
- Defesa da soberania nacional, com políticas públicas voltadas aos interesses da população brasileira.
- Vida digna para a classe trabalhadora, com acesso a trabalho, renda, saúde, moradia, educação e segurança.
- Fim do feminicídio e enfrentamento à violência contra as mulheres.
A Seção Sindical Campinas e Jaguariúna do SINPAF marcou presença no ato, que teve início com uma concentração no Largo do Pará, na manhã do dia 1º. Na avaliação da Diretoria, a mobilização foi significativa, com destaque para a maior participação de jovens na manifestação – um sinal positivo de renovação e fortalecimento da luta por direitos.
A pressão popular pelo fim da escala 6×1 vem crescendo em todo o país. Uma das iniciativas mais emblemáticas é o Movimento Vida Além do Trabalho (acompanhe aqui). Nesse contexto, o Governo Federal lançou, neste fim de semana, a campanha com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito”.
O Projeto de Lei do Governo Federal foi encaminhado ao Congresso Nacional no dia 14 de abril. “A proposta, que tramita com urgência constitucional, reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial”, conforme notícia da Agência Brasil (leia mais).
Participação ativa, unidade e luta coletiva
O cenário reforça a importância da organização sindical e da mobilização permanente das trabalhadoras e dos trabalhadores, independentemente da realidade de cada categoria. Trata-se de enfrentar problemas estruturais que exigem participação ativa, unidade e luta coletiva.
